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Festival de verão na EMEI Gabriel Prestes

Brincando, a criança aprende a compartilhar, dividir, criar e usar a imaginação

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A volta às aulas para os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Gabriel Prestes, localizada na região central da cidade de São Paulo, aconteceu de forma diferente. Eles foram brindados pela visão de cinco jaqueiras centenárias, cheias de frutos, que nasceram no período das férias, o que despertou a curiosidade de todos.

A escola em seu projeto político-pedagógico, quer propiciar a todas crianças vivências e experiências nos campos das artes, tecnologia, cultura e no contato com a natureza. Este projeto prevê a realização de festivais para as estações do ano e assim, neste início de 2014, aproveitando as semanas de acolhimento às crianças, o festival de verão já tem o seu tema: o Festival da Jaca.

Segundo a diretora da escola Mônica Galib, “o Festival da Jaca nasceu de uma conversa sobre alimentação saudável associada à pedagogia da infância. Esse seria o primeiro projeto a ser desenvolvido, devido à grande quantidade de jacas que nasceram nas árvores da escola de dezembro para cá”.

“O nosso objetivo é apresentar às crianças uma maior diversidade de alimentos e sua preparação, priorizando os de boa qualidade, conversando sobre os benefícios e as receitas que podemos fazer com a fruta na cozinha experimental da nossa escola”, afirma a professora Sandra Farah, uma das professoras que está à frente do projeto.

Além de pesquisar sobre a jaca, discutir sobre suas características, degustar o novo sabor apresentado, desvendar o mistério das jacas, que de tão grandes como ficam lá penduradas nas árvores, as crianças também se divertem, no bosque da escola, com o Auxiliar Técnico de Educação Ricardo, um dos educadores que desenvolve o projeto, que abre a fruta e explica detalhes sobre a jaca.

Para a professora Naíme Silva, há, também, uma recompensa emocional muito significativa, “pois a cada dia, uma surpresa, uma festa, uma experiência diferente, trazem a alegria da pedagogia das infâncias e o protagonismo das crianças e professores”.

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