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Imprensa Jovem realiza cobertura da Campus Party 2019

Estudantes usam celulares e tablets para produzir reportagens sobre o evento




Entre os dias 13 e 16 de fevereiro de 2019, 126 estudantes de 18 equipes de Imprensa Jovem da Rede Municipal de Ensino realizam a cobertura jornalística da Campus Party, um dos maiores encontros de tecnologia do mundo. O evento será realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na zona norte da capital paulista.


O Programa Imprensa Jovem marca presença na Campus Party desde a sua primeira edição, realizada em 2008. A cada ano, os alunos repórteres da Imprensa Jovem realizam a cobertura dos eventos de uma maneira inovadora. Neste ano, a proposta é usar os recursos de tecnologia móvel, como celular e tablets para produzir matérias que serão publicadas no portal da Secretaria Municipal de Educação (SME) e divulgadas nas Redes Sociais. “É na vibe da criatividade e inovação que a galera do Imprensa Jovem aborda tudo o que acontece na Campus”, declara Carlos Lima, Coordenador do Núcleo de Educomunicação da SME e do Programa Imprensa Jovem em toda cidade.


Em continuidade à ação realizada na edição de 2018 do evento, os estudantes das equipes de Imprensa Jovem são convidados a fazer a cobertura jornalística ao vivo usando a rede social Instagram. A proposta, coordenada pelo professor André Jonatas, ex-integrante da equipe de Imprensa Jovem “Rádio JMS”, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) General Júlio Marcondes Salgado, e atualmente na Assessoria de Comunicação da SME, vai permitir maior interatividade do público com as matérias produzidas pelos estudantes. Segundo o professor, a ideia é possibilitar a parceria dos canais de comunicação oficiais da SME com os jovens repórteres. “Os conteúdos desenvolvidos pelos estudantes dão uma melhor visibilidade sobre o que eles pensam a respeito de tecnologia e inovação”, conta André.

Escolas que estarão na cobertura da Campus Party:

EMEF CEU Vila Rubi
EMEF Osvaldo Quirino Simões
EMEF Wanda Ovídio Gonçalves
EMEF Professora Anna S. Pedreira
EMEF Dr. João Augusto Breves
EMEFM Antônio Alves Veríssimo -
EMEF Jairo de Almeida
EMEF Professor Roberto Mang
EMEF Sebastião Nogueira de Lima
EMEF Mauro Faccio Gonçalves – Zacaria
EMEF Professora Isabel Vieira Ferreira
EMEF Arthur Neiva
EMEF Leonor Mendes de Barros
CEU EMEF Três Pontes
EMEF M Boi Mirim II
EMEF José Mário Pires Azanha
EMEF Amadeu Amaral
CEU EMEF Cidade Dutra

Além dos estudantes, a assessora técnica do Núcleo de Tecnologias para Aprendizagem da SME, professora Tânia Tadeu, abre o ciclo de debates no dia 13, às 16 horas. Ela falará de que forma a Educação na Capital é impulsionada pelas tecnologias, em especial pela utilização dos FabLabs. A educadora mostrará a importância e os resultados da introdução da tecnologia e da “Cultura Maker” no desenvolvimento dos alunos e da escola. Ela realizou nos últimos anos uma série de formações sobre o tema com outros docentes.

O FabLab Livre SP, a maior rede de laboratórios públicos de fabricação digital do mundo, é um projeto da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT). Ao todo são 12 laboratórios espalhados pela capital, e está presente em 3 Centros Educacionais Unificados (CEUs), Heliópolis, Parque Anhanguera, e Três Pontes.

Sobre o Imprensa Jovem – A iniciativa nasceu nas escolas por vontade e desejo dos estudantes na realização de rádios escolares. Em 2005, preocupados em trazer assuntos da comunidade para a programação da rádio, os alunos resolveram realizar reportagens com moradores e incluí-las nos programas. As produções eram veiculadas para os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Surge, então, o primeiro embrião de um dos mais importantes projetos de Educomunicação da Rede, o Imprensa Jovem.


As incursões pela comunidade para produzir informação incentivaram ações de cobertura jornalísticas na cidade. A participação em grandes eventos como a Bienal do Livro e a Campus Party, ao longo dos anos, passa a fazer parte do trabalho das agências de notícias Imprensa Jovem, o que colabora para a difusão da informação com o DNA do estudante. “Criamos uma estratégia educativa de formação para a produção e leitura crítica da mídia”, conta Carlos Lima.